09 outubro 2014

Alegria!



Nem tudo é um mar de rosas, mas também nem tudo são espinhos! As minhas filhotas nos últimos dias têm andado um pouco birrentas, mas num dos momentos em que estavam calmas, a brincar, presentearam-me com mais uma daquelas que me deixam toda derretida.

Aprenderam mais uma palavra nova que a mãe lhes ensinou - ALEGRIA. Claro que ainda não a dizem perfeitamente, mas quando começo a frase "vocês são a minha..." elas completam com uma "aguia" inconfundível! Umas vezes sonora, outras vezes de voz sumida, mas sempre acompanhada de grandes sorrisos. Uma verdadeira alegria para todos!!

Ui! Estes temperamentos. . . !


Andava eu a pensar no que ia escrever neste post acerca do comportamento menos simpático e educado, digamos assim, das minhas filhas nos últimos dias, quando recebo uma newsletter no meu mail com este título: Tem um bebé com temperamento difícil? Pouco a pouco, conseguirá acalmá-lo.

Não podia ter chegado em melhor altura! Recebo estas newsletters todos os meses com informações sobre o desenvolvimento físico, psicológico e cognitivo dos bebés e na do mês passado, sobre o 18º mês, um dos tópicos abordados alertava para a alteração de atitude e humor dos bebés nesta fase - as birras e os comportamentos agressivos. Lembro-me que quando li isso pensei "a minha B deve ser precoce, ainda faltam uns dias para os 18 meses mas já dá mostras da sua atitude e humor..."

Pois, no passado fim de semana a H despertou para esta nova fase também (duas semanas depois dos 18 meses)... E agora quando há birras, são a dobrar, ou então não, que às vezes as meninas revezam-se para não se cansarem tanto, o que é fantástico...! Acho mesmo que elas fazem turnos de birras, mas são muito organizadas, mais do que muitos adultos até, pois não precisam de tabelas para saberem quando é a sua vez! Ainda pensei que isto fosse só uma fase, mas já ouvi dizer que pode durar até aos 5 anos... MEDO... A minha esperança é que, como os miúdos são todos diferentes e cada qual tem o seu ritmo próprio de desenvolvimento, no caso delas a fase das birras não seja assim tão prolongada... Enfim, é esperar e ver...

Agora, a caminho dos 19 meses, recebo então esta newsletter com informação mais detalhada acerca deste assunto "delicado" e, tendo em conta as experiências que tenho tido, percebo o porquê do tópico do mês anterior ser apenas uma nota não muito extensa - era apenas um pequeno sinal para nos irmos preparando para o que estava a chegar.
Partilho convosco a informação que recebi. Espero que nos seja útil, a mim e a vocês!


Tem um bebé com temperamento difícil? Pouco a pouco, conseguirá acalmá-lo.
Não se surpreendam se, de repente, o vosso amistoso bebé começar a bater nas pessoas. Muitas crianças desta idade começam a comunicar os seus sentimentos sob a forma física.
Por um lado, fazem-no para chamar à atenção, por outro, deve-se ao facto da sua capacidade para se expressarem continuar a ser limitada. Para refrear este comportamento, prestem-lhe mais atenção quando ele conseguir comunicar sem bater em ninguém. Os estímulos positivos pelo bom comportamento ensinam melhor do que as consequências negativas pelo mau comportamento. O que devem fazer? Não o exponham a situações sociais quando ele quiser dormir a sua sesta ou tiver demasiada fome, para que se mantenha calmo. Além disso, tentem dedicar-lhe tempo a sós todos os dias, para que obtenha toda a atenção que ele deseja dos pais. Não se dêem por vencidos. Em breve, desenvolverá uma linguagem que o ajudará a comunicar de forma muito mais eficaz.


Pergunta / Resposta
O que posso fazer para que a minha filha de 1 ano e meio seja mais sociável (menos arisca)?
A minha filha de um ano e meio parece que ficou mais agressiva desde que a minha mãe saiu de nossa casa. Todos os colegas a consideram a abusadora ou a má da escola e têm medo dela; além disso, muitos pais estão a começar a falar mal de mim. O que posso fazer para que a minha filha volte a ser a menina doce de antes?
Parece que a sua filha está a exteriorizar as suas emoções e você pensa que isso pode dever-se à ausência da avó da menina. É possível, especialmente se a vida da sua filha se tiver tornado mais imprevisível e stressante. Nesse caso, descobrir formas de baixar o nível de stress em casa deveria ajudar a acalmar a sua filha. Ora bem, levantou outro assunto na última parte da sua pergunta. As crianças sofrem mudanças notáveis durante os primeiros anos de vida. É possível que uma criança de dois anos de idade seja muito mais insolente do que, por exemplo, uma de um ano. Embora a sua filha possa aprender a ser mais amável, não voltará a ser um bebé.



Fonte: site Dodot

08 outubro 2014

Funworks - Um dia só para mim. . . a mamã também merece!


O tempo voa e sem me dar conta já passou uma semana e mais uns pozinhos desde o Workshop de Fotografia e Detalhe da Funworks!

Um dia bem passado e que para mim teve um sabor especial: foi a primeira vez nos últimos 18 meses que tirei o dia inteiramente para mim, sem preocupações com horários de almoço e lanche, fraldas e afins!

Foi um workshop diferente e interessante, em que aprendi algumas técnicas, truques e noções básicas de fotografia e conheci pessoas muito "boa onda". Digo diferente porque o dia foi passado ao ar livre, em ambiente descontraído, ao contrário da maioria dos workshops e formações. Aliás, este é o conceito do projeto Funworks, um projeto muito giro e com pernas para andar! Passem pelo blog ou pela página no Facebook da Funworks para o conhecerem melhor.


               


Fica aqui uma foto de algumas prendinhas que as participantes receberam, neste caso, as que eu recebi! As três fotos acima foram tiradas durante o workshop.










01 outubro 2014

Eu vejo a luz - filme Entrelaçados da Disney

Já que falo de música, e sendo o Dia Mundial dela, deixo aqui o link de mais uma música para as minhas princesas. Hoje com um significado ainda mais especial para mim: neste mesmo dia, há dois anos atrás, recebia a inesperada notícia de que ia ter dois bebés!



A importância da música na infância


Hoje é Dia Mundial da Música e como tal aproveito a deixa para vos dar a conhecer um estudo que foi feito no Brasil acerca da relação entre a música e o processo de alfabetização das crianças.

A música é muito importante em qualquer idade, mas no caso das crianças, como poderão ler, é extremamente benéfica. Sendo uma linguagem universal, está presente no nosso quotidiano nas mais diversas e simples situações, muitas das vezes sem sequer nos darmos conta. O que é certo, é que o mundo não seria o mesmo sem música, tal como nós próprios.

Além de eu sempre ter gostado muito de música, cá em casa ela tem uma importância maior graças ao meu marido, que é músico profissional. Como ele já tem dito algumas vezes, as nossas vidas deviam ter uma banda sonora como nos filmes, música de fundo adequada a cada ocasião. E eu concordo com ele!


Crianças que têm contato com música aprendem a ler e a escrever com mais facilidade

Estudo comprova associação entre aprender a cantar e a tocar instrumentos com processo de alfabetização


Pode ser no carro, na sala de aula ou na festa de aniversário. Ouvir música com as crianças é sempre uma delícia, certo? O contato precoce com este tipo de arte ainda é capaz de beneficiar o aprendizado do seu filho. Cantar e tocar instrumentos faz com que ele estimule áreas neuronais que serão trabalhadas futuramente em outras funções – como nos cálculos matemáticos ou na leitura de textos.


Tudo começa na fase de musicalização: de forma lúdica, sem ainda formalizar conhecimentos, a criança desenvolve a percepção auditiva. “Ela é capaz de distinguir um som agudo de um som grave. Se ouvir uma valsa e, em seguida, uma marcha, perceberá também a mudança de ritmo”, explica Margarete Kischi Diniz, coordenadora de música do Colégio Porto Seguro, na unidade Morumbi (SP). Essa percepção só é possível porque há um estímulo na região cerebral denominada córtex auditivo. Além disso, ouvir uma canção trabalha a coordenação motora, já que seu filho sentirá o ritmo e o reproduzirá com movimentos corporais – aqueles passos de dança que encantam a família.


Aos 6 anos, em geral, a escola passa a formalizar o ensino musical, apresentando técnicas para tocar instrumentos, notas musicais e partituras. E é justamente esse tipo de conhecimento que auxiliará o processo de alfabetização da criança. “Os princípios de aprender uma canção e de ler um texto são muito parecidos. É a transformação da língua falada em símbolos que precisam ser decodificados”, esclarece Antonio Carlos de Farias, neurologista do Hospital Pequeno Príncipe (PR). Compare: a partitura passa a ser o símbolo que traduz o som ouvido. A palavra escrita segue a mesma lógica, já que é uma representação no papel do que é ouvido nas conversas.


Essa relação foi também comprovada por um estudo recente organizado pela Northwestern University, nos Estados Unidos. Crianças de 9 a 10 anos foram divididas em dois grupos: o primeiro teve lições de música por dois anos e o segundo, nenhum contato escolar com a disciplina. Após o período, os cientistas descobriram que aquelas que aprenderam a cantar e a tocar instrumentos tiveram melhor desempenho em leitura e em escrita. Elas conseguiam distinguir sons com mais facilidade que as demais e não tinham dificuldade de concentração em ambientes agitados.


Além disso, a música é um excelente incentivo à linguagem, por auxiliar na aquisição de vocabulário. Até a interpretação de texto é beneficiada pelo contato com as canções. “A memória operacional se desenvolve e faz com que a criança escute uma música e preste atenção ao que está sendo cantado. Ela consegue absorver a mensagem e o sentimento transmitido. Esse mesmo processo é encontrado ao ler um livro, que exige a concentração para dar significado à história”, explica o neurologista. Acredite: até o aprendizado de matemática é auxiliado, considerando que os números são símbolos, assim como as notas musicais.


Em casa
De acordo com a lei nº 11.769, de 2008, a música deve ser conteúdo obrigatório na Educação Básica de todas as escolas brasileiras. O objetivo da exigência não é formar músicos, e sim desenvolver a sensibilidade e a integração dos alunos. Mas atenção: você também deve estimular o contato de seu filho com a música em casa.

Se a criança perceber que os pais valorizam este tipo de arte, também tenderão a apreciá-lo. Não adianta apresentar uma canção de forma artificial – a introdução precisa ser lúdica. Presenteá-la com um tamborzinho ou dançar junto com ela são formas criativas de iniciar o contato.


É importante que você tome certos cuidados: não coloque o som em um volume muito alto, já que a audição da criança ainda não está totalmente amadurecida. E coloque um ritmo compatível à faixa etária – um bebê preferirá algo calmo, como música clássica. O rock pesado pode esperar um pouquinho, certo?

Aproveite o momento de escutar música em família para enriquecer o repertório cultural do seu filho. Apresente a ele tanto compositores nacionais como internacionais, para que, aos poucos, ele desenvolva uma preferência pessoal. E mais: que tal, a cada faixa, contextualizar a obra? Diga em que época a canção foi criada, em que país ela se originou, como são os costumes daquele local. Será uma brincadeira divertida – e os resultados serão para a vida toda!

Fonte: Revista Crescer

Brincadeiras com roupa de gémeos






30 setembro 2014

Dicas para futuras mamãs de gémeos


 

Hoje partilho convosco dicas para facilitar a vida às futuras mamãs de gémeos e respetivas famílias. Na verdade, algumas também podem ser úteis para mães de bebés "únicos", mas por esta ser a experiência que vivo diariamente, é em especial aos casos de gémeos que me dirijo. São coisas das quais me fui lembrando e fui seguindo para tentar gerir melhor o tempo que temos, desanuviar e, principalmente, tentar poupar em algumas despesas.

Devem haver muitas mais ideias interessantes e que serão bem úteis, estas são apenas as que me ocorreram e que tenho posto em prática ao longo dos últimos tempos. Se aí desse lado houverem mais sugestões, partilhem-nas por mail para que eu possa acrescentar a esta pequena lista ou comentem mesmo aqui no post. As futuras mães agradecerão de certeza!

Sim, que eu sei o que é ouvir "Parabéns, vai ter gémeos!" e ficar a pensar "e agora...???", a tentar imaginar como vai ser... Espero que vos ajude!

  • Abrir listas de nascimento: algumas lojas de artigos para bebé e criança disponibilizam este serviço que, à semelhança das listas de casamento, servem para identificar roupinhas, equipamentos e acessórios que vos interessem para que possam ser comprados e oferecidos por familiares e amigos; além disso, do valor total de compras à data do fecho da lista, uma percentagem reverte em crédito que poderá ser usado nos primeiros meses de vida dos bebés (eu gastei esse valor em sapatos quando as minhas filhotas começaram a andar). Mas tenham atenção ao valor mínimo a atingir para alcançar esta meta - se comprarem um carrinho de passeio e cadeirinhas de segurança novos, à partida, alcançam o valor mínimo; com os todos os outros itens que comprarem na loja para os vossos pequenos, já devem ficar com um valor razoável para gastar mais tarde :)

  • Comprar artigos usados: é uma opção para quem não tenha disponibilidade financeira para comprar todo o enxoval novo. Se bem que, agora, já tenho noção de que há coisas que não são usadas tempo suficiente para compensar o investimento... é claro que todas queremos o melhor para os nossos filhos, mas nem sempre o "caro" tem de ser necessariamente o "melhor". Neste ponto há de certeza opiniões muito contraditórias, mas no meu caso dei por mim a escolher não comprar este ou aquele artigo que achava tão giro porque pensava "será mesmo necessário? são duas bebés, tenho tantas outras coisas para comprar e que não posso pôr de parte..." e na maioria das vezes, percebi depois que fiz bem não comprar, não eram bens essenciais... Claro que naquela altura ficamos com pena, mas há que fazer uma escolha consciente e, no fim de contas, chego à conclusão que se tivesse tido só um filho teria gasto muito mais dinheiro em coisas que não eram assim tão importantes!

  • Ainda em relação ao tópico anterior, sugiro que visitem uma loja Kid to Kid (no site deles podem ver a localização da loja mais perto de vocês), onde podem encontrar artigos usados, em boas condições e com preços acessíveis. Além desta loja, poderão ver aqueles sites de artigos usados, que são conhecidos por toda a gente e por isso não preciso indicar nomes...

  • Pedir coisas emprestadas: há sempre um familiar ou amigo que pode emprestar uma ou outra coisa, daquelas que se usam por relativamente pouco tempo e que ficam praticamente novas arrumadas num sótão ou arrecadação. O que vos emprestarem será uma boa ajuda para tudo o resto que tiverem mesmo de comprar e para alguns miminhos que poderiam ter de ficar de parte se tivessem de comprar tudo!

  • Criar registos em sites: registem-se em sites de marcas de fraldas, papas, produtos de higiene, etc. para aproveitarem todas as vantagens que as marcas possam oferecer (cupões de desconto, amostras de produtos, ofertas, campanhas e promoções, passatempos...). Encontrarão também alguns fóruns relacionados com a gravidez / maternidade em geral e outros tópicos em particular (infertilidade por exemplo) em que poderão falar com outras mães, ler as experiências delas e tirar dúvidas.

  • Organizar um Chá de Bebé: aconselho vivamente a organizarem uma festinha destas! É um conceito ainda pouco usual por cá, mas acreditem que vale a pena. Deve ser feita mais perto do final da gravidez, mas sugiro que não deixem para muito tarde porque, quando se fala de gémeos, nunca se sabe quando será o final... Ah! E claro, peçam ajuda a alguém para tratar da festa. No meu caso, o Chá de Bebé foi num domingo e passados catorze dias nasceram as minhas meninas, que deveriam nascer só um mês depois... Já estava em casa há um mês e aquela tarde, diferente e muito divertida, na companhia de pessoas amigas, fez-me muito bem! Pensem que, após a chegada dos vossos filhotes, durante algum tempo não terão muitas hipóteses para passar um bom bocado com amigos, a conversar, sem pensarem que está na hora do leite, da muda das fraldas e por aí fora, por isso aproveitem. Esta também é uma boa oportunidade para fazerem uma lista de itens que ainda faltem no enxoval dos bebés para vos serem oferecidos na festa. Eu optei por pedir produtos de higiene para as bebés e, a título de exemplo, no primeiro mês de vida delas não tive de comprar fraldas para a B (a H usava fraldas para prematuros, só vendidas em farmácias).

  • Apontar as horas a que os bebés comem: pode parecer estranho, mas acreditem que com as horas mal dormidas, o cansaço acumulado e dois bebés para amamentar todos os auxiliares de memória serão uma preciosa ajuda! Na primeira noite que a H passou comigo e com a B no hospital depois de sair da Unidade de Neonatologia, eu lembrei-me que talvez fosse melhor apontar tudo, mas mesmo tudo (horas, de que lado tinham mamado, se tinham xixi e cocó nas fraldas, etc.). Pensei nas perguntas que as enfermeiras me faziam todas as vezes que iam aos quartos ver as mães e os bebés e fiz um quadro com os nomes das princesas e campos a preencher com as informações, tudo isto num lenço de papel... Sim, podem rir, mas na altura era o que tinha à mão... Sempre que amamentava as meninas, apontava tudo e na manhã seguinte, quando a pediatra e a enfermeira vieram ver-nos e falar comigo porque íamos ter alta, já o diário estava muito composto! Quando a pediatra estava a dizer-me que "seria boa ideia fazer um quadro para apontar as horas do leite das bebés", a enfermeira, que estava atrás dela, sorriu e disse "doutora, pode passar essa parte que esta menina é muito organizada e já tem o trabalho orientado!" enquanto pegava no lenço de papel para lhe mostrar... Por isso já sabem, é uma sugestão apoiada por opiniões profissionais!

  • Aceitar e pedir ajuda: isto é muito importante, quer durante a gravidez quer depois, no pós-parto. Por muito bem e felizes que se sintam, lembrem-se que a gravidez gemelar é uma gravidez de risco, pelo que devem ter todo o cuidado e muito repouso. Depois dos vossos bebés nascerem a ajuda continuará a ser preciosa pois será uma fase de adaptação e de muito cansaço, é uma grande mudança. Podemos achar que conseguimos fazer tudo sozinhas, chegar a todo o lado e que temos de ser assim, mas a verdade é que as "super-mulheres" também precisam de ajuda...

18 setembro 2014

Looks das princesas #1

Esta semana, cá pela nossa terra, são dias de festa - Festas e Feira de Verão de Sobral de Monte Agraço.
Além de um programa um pouco pobre este ano, o S. Pedro também não tem ajudado muito à festa e os dias têm sido mais chuvosos do que solarengos... Enfim, de Verão a festa tem tido apenas o nome... Ainda assim, no passado domingo o tempo lá se aguentou durante a tarde e o habitual Cortejo Etnográfico saiu à rua como de costume.

Ora cá estão as minhas meninas a assistir ao cortejo, aqui no início, com muita atenção à música dos tambores e gaitas de foles - não gostassem elas muito de música!


 
Deixo-vos ainda umas fotos dos looks das pimpolhas nestes quatro dias que tirei para ficar com elas em casa e ir à festa. A prova de que entre presentes de aniversário, listas de nascimento, saldos e promoções conseguem-se uns conjuntinhos bem giros e amorosos, sem "derreter" totalmente a carteira! Sim, que vestir meninas é uma perdição, mas quando são gémeas temos de fazer bem as contas porque quase todas as despesas são a  dobrar...!


Vestidos: Zara Kids (oferecidos pelos amigos Gonçalo, São e Pedro)
Sapatos: Prénatal
Gancho: Zippy | Fita com laço (oferecida pela tia Mafalda)


Vestidos: Prénatal
Chapéus (na 1ª foto): Zippy


Vestidos: Zippy
Sapatos: Prénatal
Bandolete: Zippy | Fita com laço (oferecida pela tia Mafalda)


Vestidos: C&A (oferecidos pelos avós, Lina e Zé)
Ganchos: Jumbo


As minhas filhotas são duas autênticas princesas e eu, uma mamã babada! :) :)